Quando comecei a fazer crochê, quis “fugir” dos modelos tradicionais, sabia crochetar e me conheço o suficiente para dizer “sou teimosa, quando coloco na cabeça que vou fazer”.
Bem, tenho bastante intimidade com formas geométricas, já que trabalhei muitos anos com desenho, e para ser bem sincera o presente que ganhei de meus pais e mais amei, não foram bonecas ou panelinhas mas sim um conjunto de réguas que criavam desenhos incríveis, guardo até hoje em minha memória.
Desde cedo as possibilidades que os desenhos geométricos ofereciam SEMPRE ME ENCANTARAM!
Comecei a pesquisar e encontrei algumas artesãs desenvolvendo esse trabalho, fiquei apaixonada porém tinha consciência de precisava ganhar dinheiro, estudei bastante a atuação das crocheteiras, o quê faziam, como vendiam, preço, isso foi muito frustrante.
Vi cada trabalho lindo porém acredito que poucas conseguiam vender pelo preço que realmente valiam, era um verdadeiro leilão para conseguir dinheiro.
Triste, mas a realidade, quem vendia mais barato era porque realmente precisava de qualquer valor para colocar comida na mesa de seus filhos, “meu coração ficou partido”, não deixo de dar razão a elas eu faria o mesmo!
Empreender, sou casada com um empreendedor à 25 anos, portanto, aprendi muito e sei realmente o que preciso, vou citar algumas técnicas:
1º Ter um produto diferenciado, bonito, que impressione logo à primeira vista;
2º Ter produção, não adianta aplicar tantas técnicas de crochê, preciso de pontos simples, rápidos;
3º Não podia ser uma peça grande, cansa fazer, então pensei em “square”, “pequenas formas” que quando juntas podiam formar enormes composições.
4º Alcançar um público que pudesse pagar o preço adequado, dando assim condições de ter renda trabalhando com crochê.
Sou grata pela minha insistência em aprender e pelo “dom” que tenho com as mãos, e claro ao meu grande incentivador “meu marido”, porque conquistei o que ansiava.
Olha minhas amigas, não conseguia deixar de pensar da forma que viviam, seus filhos, suas necessidades.
Uma vez li um post dizendo:
Você que pede para valorizar a profissão de artesã, que me julga por cobrar tão barato, pense:
SOU VIÚVA, TENHO 2 FILHOS, QUANTO MAIS VENDO GARANTO COMIDA NA MESA, portanto não me julgue…”
Um tremendo “Cala Boca”, a minha ficou bem fechada.
Foi aí que começou a surgir o “Laço e Barbante”, precisava ensinar, já fui professora de adultos, e bem conceituada na área. Bem aqui termino esse meu primeiro post, minha história inicial e meta : ENSINAR AS PESSOAS A GANHAR DINHEIRO COM CROCHÊ”
Designer, trabalha com criação, atua em vários setores que exigem criatividade, técnica, bom gosto estético e uma pitada de talento.
A vida profissional envolve cor, forma, composição, isso a atrai, podendo ser tapeçaria, artesanato, mobiliário.
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